Foto divulgação Portal Solar |
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A partir dessa descoberta por meio das placas de energia solar, os responsáveis pelo estudo esperam que pacientes que necessitam de implantes eletrônicos não necessitem mais passar por constantes procedimentos cirúrgicos com o objetivo de realizar a troca dos aparelhos.
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Ainda de acordo com os detalhes divulgados, ao todo, dez dessas células receberam um revestimento de filtro ótico para simular propriedades da pele humana e de qual maneira elas proporcionam influências na passagem de luz para geração de energia solar.
Após esse processo, cada placa fotovoltaica foi instalada no braço de dez voluntários, que se comprometeram a usá-la por uma semana durante o verão, o outono e também no inverno. Sendo assim, as células solares agiram convertendo a luz do sol que penetra a pele em energia elétrica.
A boa notícia é que, independentemente da estação, os estudiosos concluíram que mesmo a placa solar com o desempenho mais baixo ainda proporcionava uma quantidade média de energia de aproximadamente 12 microwatts, ou seja, o suficiente para abastecer a bateria de um dispositivo de marca-passo comum.
Além de não precisar ser removida com frequência, a vantagem das placas fotovoltaicas subcutâneas é que elas podem o deixar o tamanho dos implantes relativamente menor. Dessa forma, a ideia dos pesquisadores é que, no futuro, esse tipo de tecnologia possa ser aplicado em outros tipos de aparelhos humanos, como por exemplo nos biochips, que a cada dia se tornam mais usados e mais famosos entre as pessoas.
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